sexta-feira, 10 de junho de 2011

Domínio Público

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  Descobri através de um amigo o site Domínio Público, que disponibiliza gratuitamente em PDF obras de domínio público ou que tenham divulgação autorizada. Através dele é possível acessar conteúdos de texto, imagem, vídeo e som. Também é possível contribuir com o acervo sendo um voluntário, autor, parceiro ou tradutor, clique aqui para saber mais.
  Vamos valorizar a atitude do Ministério da Educação, para que o site continue na ativa e outras ideias como essa sejam colocadas em prática!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

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O blog "From Me To You" é um blog dedicado à fotografia, mas algumas delas tem uns detalhes... peculiares. Acesse em http://fromme-toyou.tumblr.com/tagged/cinemagraph

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Escolas

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Marcelo Tas em uma entrevista ao programa Caminhos da Escola da TV Escola disse que o ensino médio precisa ser “um hub” entre o que os alunos vivenciam com o que eles podem aprender com seus professores. Bem, atire uma pedra no blog quem teve um ensino médio de qualidade, mas acho que num geral, essa fase da educação tem sérios problemas.

Ontem, dia 4 de maio, o Conselho Nacional de Educação aprovou novas diretrizes do ensino médio que visam a aproximação da escola com a realidade do aluno. Uma das sugestões é uma nova grade que se baseia em quatro pontos: ciência, tecnologia, cultura e trabalho. Essas novas diretrizes são um grande passo tendo em vista que a última alteração foi realizada só em 1998.

O site do Estadão divulgou os dados de um estudo realizado em 2009 que revelou que 10,9% dos jovens entre 15 e 17 anos deixam de estudar por falta de acesso e 21,7% o fazem por motivos diversos, entre os quais a gravidez precoce. Bom, esses dados refletem em outros: a falta de mão de obra especializada. Manchete da Folha.com: Falta de mão de obra qualificada prejudica 69% das empresas. 

Um dos motivos para a evasão é a defasagem dos alunos na relação entre idade e série. Desde o ensino fundamental, uma torrente de conteúdos que os alunos só viam na escola e não sabiam como relacionar com suas vidas. E no final das contas o problema é que a escola não é atrativa.

O desafio é para os professores que precisam de criatividade e muito jogo de cintura para tornar aquela aula maçante numa divertida integração. Integração de vidas, a vida do aluno dentro e fora dos muros da escola.

domingo, 17 de abril de 2011

A Chave e a Fechadura

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"Fotografar é colocar na mesma linha de mira, a cabeça, o olho e o coração."

O francês Henri Cartier-Bresson fotografou os últimos dias de Gandhi e com sua sensibilidade atingiu pessoas comuns. Praticou o fotojornalismo e também filmou documentários. Escrevia, pintava, desenhava e congelava sentimentos sem aprisioná-los, especialmente quando fotografava. Quando fotografava: era poesia.
Assim que colocou os olhos na fotografia de Martin Munkacsi, feita no Congo, a leveza e liberdade dessa obra inspiraram as suas de modo definitivo. Saiu pelo mundo para fotografar aquilo que chamou de momento decisivo, instante fugaz e único em que a foto é tirada. Foi um homem apaixonado pelas dádivas do acaso.
Bresson plantou no quintal da minha mente uma árvore de chaves, tento usá-las para abrir as prisões do coração. Ao admirar suas obras tomo coragem e coloco a chave na fechadura.

FRANCE. Marseille. The Allée du Prado. 1932.

FRANCE. Normandy. Seine-Maritime. Dieppe. 1926.

 FRANCE. Paris. Boulevard Diderot. 1969. 

 FRANCE. The Alpes de Haute-Provence 'department'. Town of Simiane-la-Rotonde. 1969. 

 GREAT-BRITAIN. England. Berkshire. Ascot. 1953. Ascot Racecourse.

ITALY. Tuscany. Siena. 1953.

Rudnik - Sérvia, Iugoslávia - 1965 

Rue Mouffetard, 1954 | Mais sobre

USA. Colorado. Aspen. Independance Day. 4 July 1971.




sexta-feira, 25 de março de 2011

Hiroshima

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Em agosto de 1946, a revista americana The New Yorker publicou um artigo em uma edição especial chamado Hiroshima. Esse é um dos artigos mais importantes da história do Jornalismo. Escrito por John Hersey que ficou três semanas no Japão coletando entrevistas e pesquisa, o artigo ocupou a edição inteira da revista que foi amplamente comentada.

Era algo inédito nos Estados Unidos até então. Nunca ninguém havia dito para a população o que aconteceu naquele arquipélago do outro lado do mundo depois do clarão do dia 6 de agosto de 1945. Com uma técnica narrativa digna de romances, o autor revela aos poucos o desenrolar da vida de 6 pessoas que foram afetadas pela bomba atômica, posteriormente chamados de hibakushas.

Sem precisar apelar para o emocional, Hersey deixou para a história forte o trabalho de tocar as pessoas. Ele conseguiu “reconstruir o inferno debaixo do cogumelo” com seu trabalho. O artigo que logo se transformou em livro hoje pode ser encontrado pela Companhia das Letras com o desfecho de como esses seis sobreviventes terminaram suas vidas. Muito mais do que um artefato jornalístico, um rasgo na memória de qualquer um que se dispor a abrir suas páginas.

Para saber mais:
Resenha na Bravo!
Artigo no Observatório da Imprensa
Parte do livro no Google Livros